Hoje a Gazeta do Sul, na capa de seu caderno Mix, numa reportagem de Mauro Ulrich estampou minha careta, mas que graças a deus não impediu a galera de ler a matéria sobre a publicação de Morgan: O único. Link Original.

O convite é sedutor e, ao mesmo tempo, um tanto inusitado: “Você já ouviu muitas histórias dos homens sobre mortos-vivos, certo? Pois bem, agora é chegada a hora de ouvir a versão de um zumbi”. É com ele que o escritor e blogueiro Douglas Eralldo, 30 anos, tem incitado seus seguidores, no twitter e blog, a conhecerem um pouco mais da intimidade de Morgan. O livro Morgan: o Único tem data de lançamento prevista para o dia 13 de maio, pela editora Literata. Por enquanto, o pai da criatura o tem divulgado no www.twitter.com/douglaseralldo e no www.listasliterarias.blogspot.com.
O que Douglas chama de “trabalho de produção”, ou seja, tudo o que ocorre agora, neste período de pré-lançamento do livro, também está, em detalhes, no www.morganounico.blogspot.com. Ele busca a parceria com as livrarias da região para que depois de impresso o seu “romance de mistério” ele possa ter onde autografar e usufruir do contato direto com o público leitor. Desse gênero, pelo menos em Santa Cruz do Sul, como fruto da imag inação e da escrita de um autor local, é o primeiro lançamento que se tem notícia.
Santa-cruzense radicado em Pantano Grande há 24 anos, onde trabalha no Sindicato dosTrabalhadores Rurais, Douglas já teve suas histórias publicadas na Gazeta do Sul e em sites como Contos Fantásticos, Recanto das Letras e Nerd Escritor. Desde 2009 administra o blog www.listasliterarias.blogspot.com, com um grande acervo e informação literária que acabaram por inspirá-lo para a escrita. É colaborador assíduo, com seus artigos, do jornal Destak, de Pantano Grande, e escreve semanalmente a coluna Fabulando, do site Simplicíssimo.
SINOPSE – Morgan, um homem que sempre teve uma vida simples, morre num trágico acidente “dirigindo um infame Fusca cor de abacate”. Passados exatos sete dias do óbito, ele desperta e emerge de sua sepultura, transformado numa “criatura horrenda e cheia de conflitos. Um agouro da coruja que testemunhou seu despertar prenunciou dias sombrios para Morgan e sua terra”.
Naquela noite um zumbi nasceu para o mundo. “Nem morto, nem vivo, em uma nova e inesperada situação. Sem saber o que fazer ou quem era, Morgan ressurge único, com seus vermes, para um novo mundo. Um mundo intolerante ao diferente. Um mundo com medo daqueles mortos que teimam em não morrer. Um mundo em que zumbis não podem amar! Não podem existir.”
TRECHO
“Não! Eu não pedi para que isto acontecesse. Mesmo assim despertei donde jamais poderia ter despertado. Foi um sono intranquilo, e o despertar mais tenebroso que uma pobre alma poderia ter. Não era mais o mesmo, mas estava ali, nem vivo, nem morto... Simplesmente estava ali, desperto!”