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» » Afinal, Zumbis também podem amar?

Bem ao escrever o livro Morgan: O único pude perceber que na literatura o tema não é tão prolífico quanto no cinema e na televisão. O que por um lado tem lá suas vantagens e desvantagens, mas não é sobre isso que se trata este post.

Buscando informações, e conversando principalmente pelo Twitter e blogs foi que surgiu talvez um dos pontos que possa dificultar a presença de zumbis nas prateleiras. O romance, aquele mesmo que trata do lado romântico, que fala do amor... Para muitos a impossibilidade de um zumbi romanceado pode ser visto como um entrave. Mas será verdade que zumbis não podem amar?

Confesso que em minha demência quase pus um beijo “zumbinesco” no livro. Desisti. É fato que realmente seria inverossímil uma linda mulher apaixonar-se por uma criatura decrépita, cuja principal companhia são os vermes que lhe habitam.

No entanto, o amor por acaso é sempre correspondido? Em todas as relações ás pessoas se amam mutuamente. Não. Nem sempre. E é aí que entre um dos mais angustiantes tipos de amor, o “amor platônico”, aquele em que uma das partes tem muito a dar, mas nada a receber.

E sem saber, pois já estava quase finalizando a história compreendi que Morgan tinha encontrado talvez o único romance possível para um zumbi. Um amor que gira em torno de toda a narrativa, e que leva a criatura desperta por um caminho que orbita em torno de seu amor platônico, enquanto o mundo ao seu lado se esfacela.

Portanto, mesmo que fossem possam ficar descrentes, em Morgan: O único o amor estará presente. Se até mesmo “King Kong” pode apaixonar-se. Por que não, um zumbi diferente de todos os outros. Morgan.

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